Geral
Fonte: Redação
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26/05/2026 09:13
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Ave exótica perigosa chega ao país
Se você avistar essa ave, saiba o que fazer
Se você avistar essa ave, saiba o que fazer. A chegada do estorninho-malhado (Sturnus vulgaris) ao Brasil tem despertado grande preocupação entre ambientalistas e observadores de aves. Considerada uma das espécies invasoras mais perigosas do mundo, essa ave representa uma ameaça silenciosa e devastadora para o equilíbrio ecológico nacional.
Com cerca de 22 centímetros, o estorninho possui plumagem escura e bico amarelo, o que o faz ser confundido com o melro-preto. No entanto, seu comportamento agressivo e sua alta taxa de reprodução o tornam um competidor implacável. Originário da Europa, foi introduzido na Argentina e no Uruguai e, aproveitando a fronteira seca, já alcançou o Rio Grande do Sul, onde é visto em bandos tanto em áreas urbanas quanto rurais.
Essas aves formam colônias em cavidades de árvores, muros e construções, chocando de quatro a seis ovos por vez. Por serem maiores e viverem em grupos numerosos, expulsam espécies nativas como o joão-de-barro, o canário-da-terra e diversos pica-paus de seus ninhos e áreas de alimentação. Além disso, seu apetite por grãos e insetos causa prejuízos significativos à agricultura e altera o equilíbrio da cadeia alimentar.
A invasão biológica é um fenômeno cada vez mais comum, resultado da introdução de espécies sem predadores naturais em novos territórios. Por isso, ao avistar um estorninho, o ideal é registrar fotos ou vídeos e notificar os órgãos ambientais locais ou plataformas de ciência cidadã, como o WikiAves.
O mapeamento rápido dessas ocorrências é essencial para conter o avanço dessa espécie invasora e proteger o futuro da biodiversidade brasileira.
#aves #natureza #biodiversidade #conservacao #ecologia
Com cerca de 22 centímetros, o estorninho possui plumagem escura e bico amarelo, o que o faz ser confundido com o melro-preto. No entanto, seu comportamento agressivo e sua alta taxa de reprodução o tornam um competidor implacável. Originário da Europa, foi introduzido na Argentina e no Uruguai e, aproveitando a fronteira seca, já alcançou o Rio Grande do Sul, onde é visto em bandos tanto em áreas urbanas quanto rurais.
Essas aves formam colônias em cavidades de árvores, muros e construções, chocando de quatro a seis ovos por vez. Por serem maiores e viverem em grupos numerosos, expulsam espécies nativas como o joão-de-barro, o canário-da-terra e diversos pica-paus de seus ninhos e áreas de alimentação. Além disso, seu apetite por grãos e insetos causa prejuízos significativos à agricultura e altera o equilíbrio da cadeia alimentar.
A invasão biológica é um fenômeno cada vez mais comum, resultado da introdução de espécies sem predadores naturais em novos territórios. Por isso, ao avistar um estorninho, o ideal é registrar fotos ou vídeos e notificar os órgãos ambientais locais ou plataformas de ciência cidadã, como o WikiAves.
O mapeamento rápido dessas ocorrências é essencial para conter o avanço dessa espécie invasora e proteger o futuro da biodiversidade brasileira.
#aves #natureza #biodiversidade #conservacao #ecologia
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